Por JORGE JÚNIOR
A eleição de João Paulo Furlan para presidente da Associação dos Membros mostrou um gesto que foi visto como “deboche” por parte de alguns membros do MP local ao eleger um promotor afastado por decisão do Conselho Nacional do Ministério Público, o CNMP. Isso porque João Furlan foi afastado totalmente das suas funções e proibido de acessar dependências do Ministério Público do Amapá.
Ao votar num candidato com essas restrições impostas pelo órgão correcional nacional, o fato ficou caracterizado como deboche e afronta às decisões superiores. João também é investigado pela PF por suposta compra de votos nas eleições de 2020.
Procuramos o MP que ainda não se manifestou sobre o assunto. Nossa reportagem também procurou o CNMP, porém ainda não recebemos retorno.


